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| :: Opinião :: |
“O Corpo do Toiro” na Carmina Galeria
O Corpo do Toiro” é o título de uma exposição colectiva que será inaugurada amanhã, dia 18, pelas 18h00, na Carmina Galeria, na Feteira.A mostra... |
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NOTÍCIAS |
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Crónica: Poema
Sábado, dia 24 de Julho de 2010
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Prova da intensidade de vivências, que a festa de toiros como fenómeno cultural pode despoletar, transcrevemos um Poema de Manuel Alegre com pano de fundo sobre a tauromaquia mas com interpretações mundanas e perfeitamente quotidianas. Como cultura a tauromaquia tem lugar na existência humana por mais rotineira que seja. Matador O poeta desdobra a sua capa está na página em branco a luz e oiro para lidar o verso que lhe escapa como o toiro na arena como o toiro.
Um natural. Depois um derechazo para quebrar do verso o negro impulso buscando aquela parte do cachaço onde se enterra a espada até ao pulso.
E pode então cortar rabos e orelhas agradecer aos tércios: matador sob as farpas do sol. Torres vermelhas.
Sai o poetas aos ombros: luz e oiro enquanto um verso jaz de negra cor como o toiro na arena como o toiro.
Manuel Alegre («Sonetos do Obscuro Quê») |
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Não Disponível
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